A evolução do Bayer Leverkusen


 Foto: Divulgação/Bundesliga
                                                                                    

Nesta temporada da Bundesliga, uma das principais surpresas que vem fazendo grande campanha  até o momento, o Bayer Leverkusen, é a equipe que se encontra na segunda colocação do campeonato, conseguindo uma grande sequência de jogos sem perder recentemente. 

A equipe que ficou na decepcionante 12ª colocação na temporada passada, evoluiu bastante no ano de 2017. Mas o que mudou no Leverkusen?

No ano de 2016, além de disputar a Bundesliga e a DFB Pokal, os Werkself disputaram a UEFA Champions League, competição na qual foram e eliminados pelo Atletico de Madrid nas oitavas de final. Devido aos resultados ruins, o técnico Roger Schmidt foi demitido, e o seu substituto, Tayfun Korkut, continuou com a série de resultados ruins e, com apenas 3 meses, foi demitido.

A temporada 2017/18 começou com a torcida irritada com a diretoria e Heiko Herrlich assumindo o cargo de técnico.

A situação parecia começar a ficar pior quando alguns nomes importantes do time (Çalhanoğlu, Javier Hernández e Toprak) foram transferidos, o time teve resultados ruins na pré-temporada e começou perdendo para o Bayern de Munique por 3 a 1 na Bundesliga.

Porém, o Bayer entrou em uma sintonia incrível e embalou uma ótima sequência de jogos sem perder. Alguns jogadores cresceram muito de produção, os que receberam mais destaque foram os nomes de:

Bernd Leno, que voltou a desempenhar um ótimo trabalho e fez defesas milagrosas; Julian Brandt, que mostrou muita habilidade nos primeiros jogos da temporada com gols e assistências; Kevin Volland, que assumiu muito bem a posição que foi deixada por Chicharito, e principalmente, Leon Bailey, que foi contratado no fim da janela de verão de 2017 e, pouco foi utilizado no fim daquela temporada. Hoje, se tornou peça fundamental no Leverkusen, exibindo nos jogos sua incrível visão de jogo, agilidade e poder de finalização.

Neste curto período, muita coisa mudou com a equipe do Leverkusen. O time se tornou mais jovem, mais dinâmico, mais organizado no meio-campo e principalmente muito mais poderoso em seus contra-ataques. Agora resta saber se os Werkself vão seguir neste ritmo pelo restante da temporada e conseguir novamente uma vaga para a Champions League

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